Recebemos uma ligação no início da tarde, super simpática. Uma vozinha agradável dizendo ter lido o mangá achado a iniciativa interessante... o que viríamos a descobrir ser parte das mentiras, digo, "inverdades" que jornalistas usam como iscas para conseguir informações.
O resultado foi uma crítica desleal e desnecessária, temperando informações com muita ironia da mesma forma que estou fazendo agora.
Muito descritivo e pungente, como alguém que realmente leu o livro, suas críticas abrangeram muito mais o segundo volume (que ainda nem existe). Nos dando uma dica de como um mangá deve ser de verdade. O evangelho segundo Diogo Bercito.
Linhas sem propósito nenhum senão conseguir um pequeno sensacionalismo. Agindo como uma verdadeira cobra criada, representando a imprensa livre, liberdade de expressão que pode-se usar como quiser, claro. Você tem meu respeito, mas não admiração (concordo: quem se importaria com minha admiração?).
Já temos seu nome e email. Entregamos em um cartãozinho a uma feiticeira boliviana (acredite, temos várias por aqui) e já encomendamos sua alma para o capeta!
São pessoas como você que tornam nosso trabalho divertido e que, ao mesmo tempo, não fariam diferença se não existissem na mídia... a propósito, a Folha já teve jornalistas melhores.
Sem rancor. Só querendo um pouquinho de atenção de forma pouco amistosa - como você. Aprendo com quem sabe das coisas!
Obrigado.
"Posso prometer ser sincero, mas não imparcial."
Johann Wolfgang Goethe
Johann Wolfgang Goethe



































































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... e agora você me diz o que pensa (ou comenta sem pensar, mesmo):